NAYOLE AKELLO
Não sei explicar a sensação desconhecida que habita em mim, mas tudo parecia familiar, como um eco distante de memórias enterradas. Ao acordar na cela, olhando para as paredes fracas com manchas de um passado que não era meu, me pergunto se não estou perdendo a sanidade. A luz fraca e os grilhões da solidão ecoavam em minha mente, um cômodo sombrio onde a esperança parecia ter se esgotado.
“O que você fez, Nayole?!” A pergunta ecoava na minha mente, um mantra ensurdecedor que me