NAYOLE AKELLO
Quando acordei, a angústia ainda me envolvia como um cobertor pesado, incapaz de me deixar em paz. Eu me sentia como uma criança que tinha quebrado um vaso precioso e agora aguardava, com o coração na boca, pela representação. O medo não se esvaiu; pelo contrário, ele se aninhou dentro de mim, crescendo a cada dia em que eu me debatia com os fantasmas do meu passado.
Olhei ao redor do quarto, onde as sombras dançavam suavemente com a luz filtrada pelas cortinas. O ambiente estava