Enquanto a porta se fechava atrás de Lucca, Amanda permaneceu imóvel por longos segundos, como se a ausência dele tivesse tirado o ar da casa — e dela também.
Os passos dele no corredor se afastavam como uma sentença. Como um eco cada vez mais distante daquilo que talvez nunca tivesse sido real de verdade.
E então, quando o silêncio se tornou insuportável, ela se permitiu cair.
Não para a cama.
Não para o sofá.
Mas para o chão do quarto.
Ali, no lugar onde tantas vezes sonhou um futuro ao