As mãos de Alexandre seguraram a minha cintura me forçando em cada movimento, eu de frente, exposta naquele banco de carro, numa escuridão sem fim, enquanto ele me movia com firmeza. — É disso que você gosta, não é? De me fazer perder o juízo. — Abri a boca tentando argumentar, mas ele estava me fodendo com força.
— Claro que gosta! — Ele se respondeu atrás de mim, quando eu gozei ele não demorou a fazer o mesmo. — Satisfeito? — Perguntei tentando me ajeitar, o carro mesmo com a janela da fren