Eu mal conseguia me sustentar nas pernas quando saí do banheiro. Os joelhos ainda frágeis, o corpo inteiro em estado de choque. Não de medo — mas daquela vertigem doce que vem depois do êxtase. O coração batia acelerado, como se eu tivesse corrido uma maratona... ou estivesse fugindo de mim mesma.
Apoiei uma das mãos na parede, tentando recuperar o fôlego. Meu sexo ainda pulsava, quente, sensível. E a sensação da boca dele ali — faminta, desesperada — me atravessava como uma corrente elétrica.
O