Eu já não conseguia mais me controlar — tampouco partir. Sabia o que ela fazia, sabia que estava me provocando de propósito, dançando daquele jeito, sensual, entregue, com aquele garoto. Ela nunca gostou de tipos como ele — isso eu sabia, com a certeza de quem a conhece mais do que deveria.
Quando me aproximei, não pensei. Apenas tomei. Beijei sua boca com fome, com fúria. E quando ela tentou se afastar, vi o susto nos olhos dela — o medo do que estávamos nos tornando. Mas não parei. Segurei sua