Maria Vitória estava impecável. Um pecado costurado em branco. O vestido moldava suas curvas como se tivesse sido desenhado em sua pele. As costas nuas, a pele macia e exposta, e aquele andar provocante... era uma armadilha da qual eu nunca conseguiria escapar.
Quando ela entrou no banheiro, sozinha, fui atrás como quem é puxado por um ímã inevitável. Não havia racionalidade. Só impulso. Tesão. Uma urgência que eu não conseguia mais fingir que não existia.
Ela se virou para mim com o rosto corad