Olhei mais uma vez ao redor. Todos pareciam encontrar seus parentes, seus amigos. Todos, menos aquele homem.
Ele ainda estava ao telefone, a expressão carregada de confusão. Então, nossos olhares se cruzaram. Meu estômago revirou.
— Ah... acho que já vi sua tia. Onde você está, meu amor?
Continuei encarando-o.
Não podia ser.
Duas Maria Vitória na mesma rodoviária? Duas pessoas esperando por elas? Aquilo parecia uma piada.
— Tia? Que tia? — franzi o cenho. — A tia Lena não veio. Me diz onde