Ela parou diante da bancada da cozinha, talvez não esperasse de mim uma resposta direta, crua e infonsiva, os nossos olhos cruzaram como quem se enfrentavam naquele pequeno cômodo.
— Você sabe o que passou pela minha cabeça enquanto eu te procurava? Sabe como eu me senti?— Neguei, afinal eu nunca saberia, a culpa pesava ainda mais, naquele momento eu estava com Maria Vitória na biblioteca, havia uma mistura de culpa, remorsso, mas menos arrepedimento, fui bombadeado por lembranças sutis.
Daquela