Afirmei, vendo sua surpresa quando voltei para o quarto. Ele ainda parecia atônito com minha presença, como se não acreditasse que eu realmente tivesse voltado. Passei por ele em silêncio, disposta a escutar, afinal eu também tinha erros.
Ele fechou a porta atrás de si com força contida, cruzando os braços, o maxilar travado de tensão.
— Você não tem direito algum de chegar aqui me ditando regras, Maria Vitória. — Sua voz era baixa, mas firme. — Posso ter exagerado, sim, mas jamais faria as cois