Marina acordou cedo no sábado. Ela sabia que um grande dia a esperava. Após acertar tudo com sua vizinha, chamou um Uber, colocou suas malas no carro e quase meia hora depois, havia chegado. Marina sentiu sua nuca arrepiar no momento em que seus pés tocaram a calçada em frente à fachada do resort. Ela respirou fundo. Algo dentro dela vibrava, e não era seu estômago por ainda não ter comido nada.
— Bom dia! Que bom que você também chegou atrasada, assim Isa não me mata sozinha. — Emília apareceu