NARRAÇÃO DE SARA...
Acho que me tornei ousada demais.
Invadi seu quarto sem pedir licença. Abri o guarda-roupa e encarei suas roupas perfeitamente alinhadas, como se me chamassem. Escolhi um moletom largo, macio, que me abraçasse no frio da noite. Depois, no banheiro, peguei uma toalha reserva e arranquei de vez a roupa de empregada — junto com a sensação de submissão que ela carregava.
A água quente do chuveiro escorreu por mim, lavando o cansaço e atiçando a imaginação. Sorri ao me pegar pens