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O Mafioso Obcecado pela Fazineira
O Mafioso Obcecado pela Fazineira
Por: Marcilene Lima
Capitulo 1 “Entre o Medo e o Desejo: A História de Liz”

Liz

— Por favor, para! — grito desesperadamente ao ser jogada na cama com violência; meu coração batia como nunca, sentia um medo como nunca senti na vida.

— Você não sabe o quanto te desejei, garotinha. Ele fala, subindo na cama, me olhando com aqueles olhos que me davam medo _ Agora posso te ter e acabar com essa minha obsessão… — fala me pressionando entre suas pernas segurando minhas mãos a cima da minha cabeça, praticamente me deixando vunerável. Tento me soltar, me debatendo e gritando por socorro.

— Me solta! — grito desesperadamente, com meus olhos cheios de lágrimas.

— Calma, garotinha. Juro que o que vou fazer você vai gostar muito… — ele fala depois de limpar uma de minhas lágrimas que corria pelo meu rosto.

Seu toque fazia meu corpo tremer, meu coração acelerar; sabia que, naquele lugar, até seria melhor se fosse com ele, mas, mesmo assim, não estava preparada para me entregar — não assim… não daquele jeito.

— Não! Me solta —

— Você é tão linda, garotinha… — disse logo que falo, descendo uma de sua mão até minha minissaia que havia sido obrigada a vesti, que mal escondia minha calcinha, me deixando com muita vergonha, sua mão desce até minha intimidade. Seu toque provocava meu corpo de um jeito que não sabia explicar, mesmo assim não ia me entregar e começo a gritar, implorando para ele parar. Queria sair dali. Queria que aquele pesadelo acabasse, queria acordar desse pesadelo.

“Como tudo começou e como acabei nas mãos do mafioso mais temido do mundo”

“Foi ali que minha vida virou de cabeça para baixo — e onde descobri que meu maior medo não era sofrer, mas me apaixonar e acabar sozinha.”

Liz

Oi, meu nome, como todos já devem saber, é Liz Gonçalves. Tenho 18 anos, recém-completados — e sinceramente, não via a hora de fazer.

Desde os meus 10 anos, moro com meu pai, Pedro, minha madrasta Serafina e a filha dela, minha meia-irmã Cristiana, que meu pai teve antes de minha mãe engravidar de mim.

Cristiana é dois anos mais velha do que eu… e talvez tenha sido o principal motivo de minha mãe se entregar ao câncer, desistindo da vida, me deixando sozinha com eles.

Meu pai tem uma pequena empresa, mas o dinheiro que entra é só para eles — para o conforto de Serafina e para os estudos da minha irmã.

Minha madrasta faz questão de jogar sempre na minha cara que não tenho nada, que só continuo naquela casa porque eles ainda são muito bonzinhos comigo, a casa que foi comprada pela minha mãe, com o suor dela.

Isso corta meu coração. Saber que minha mãe lutou tanto, conquistou tudo junto com meu pai… e no final morreu sem aproveitar nada, morreu vendo meu pai com outra.

Sempre me esforcei nos estudos, para um dia poder sair daquele lugar, mesmo tendo que trabalhar para comprar minhas próprias coisas. Quando passei na faculdade, foi um dos dias mais felizes da minha vida — finalmente eu teria uma chance de sair daquela casa.

Mas a felicidade durou pouco. Serafina descobriu.

No mesmo dia em que eu precisava levar meus documentos para garantir a vaga, ela colocou fogo no meu quarto... e ainda me culpou por isso.

Meu pai acreditou nela como sempre. Disse que, se eu não pagasse pelos estragos, me colocaria na cadeia.

Naquela noite, ele ficou irreconhecível — me bateu, me humilhou e gritou que nunca amou a mamãe, e que eu era um peso em sua vida.

Desde então, meu único objetivo passou a ser juntar dinheiro para sair daquela casa.

Trabalho em dois empregos, mal vejo minhas amigas, que vivem reclamando que nunca tenho tempo para elas.

Enquanto isso, Cristiana passa as noites em baladas, cercada de gente falsa e exibindo a vida perfeita que tem às custas do meu pai.

Às vezes, ela e as amigas aparecem na lanchonete onde trabalho à noite, só para me provocar — mostrando a todos a diferença entre nós: ela, a filha preferida; eu, a empregada.

Mas logo sairei daquela casa. Se Deus quiser, vou seguir minha vida em outro lugar e, algum dia, vou tomar tudo o que pertence a mim.

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