O sol mal tinha nascido quando Amara abriu os olhos.
O quarto estava banhado por uma luz suave e dourada que escapava pelas frestas da cortina.
O calor atrás dela denunciava que Dante ainda estava ali, o braço dele largado sobre a cintura dela, o corpo colado ao dela de um jeito possessivo até inconsciente.
Ela revirou os olhos, sentindo o peito dele subir e descer devagar, o cheiro amadeirado e masculino preenchendo o espaço entre eles.
Estava mais do que pronta para sair dali.
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