**Benicio de Alcântara e Leão**
O vento úmido da mata fechada parecia sussurrar segredos antigos, enquanto eu seguia aquela mulher estranha, meu coração batendo em um ritmo descompassado. Cada passo meu era um golpe seco no chão, minhas pernas bambas e a mente tomada por uma única imagem: Luana. Eu precisava dela viva, precisava sentir o calor do seu corpo, ouvir sua voz, saber que ela ainda estava comigo. O medo era uma faca afiada, cortando qualquer resquício da minha famosa frieza.
“O que ac