No domingo, enquanto eu conversava com ele, segurando sua mão e contando sobre nosso filho, ele deu um sinal. Foi um movimento sutil, um leve aperto na minha mão. Meu coração disparou.
— Léo? Você está me ouvindo? — sussurrei, a voz embargada pela emoção.
O aperto se repetiu, desta vez mais forte. Seus olhos, que estavam fechados por tantos dias, tremeram, como se estivessem tentando se abrir. A esperança, que eu mantinha viva, agora se tornava uma realidade.
Corri chamando os médicos, a min