Saí do banheiro apressada, ainda sentindo o ardor no braço onde os dedos de Chiara haviam apertado com força. A água fria que joguei no rosto não tinha sido suficiente para aliviar a sensação de sufoco. Respirei fundo, tentando recompor a postura antes de atravessar o corredor principal. A última coisa que eu queria era que alguém notasse meu estado.
O escritório seguia em ritmo normal — pessoas digitando, reuniões rápidas sendo finalizadas, o som dos telefones ecoando em intervalos regulares. M