O primeiro mês depois da revelação foi feito de negação.
Auren não falou com ninguém.
Não com Riven.
Não com os médicos.
Não com o Conselho.
Só com Fenrir.
Em silêncio.
Ele observava Céline dormir.
O corpo ainda igual.
O ventre ainda plano.
E, mesmo assim, sabia que ali dentro já havia algo que podia matá-la.
— Dois — murmurou certa noite. — Dois… dentro de um corpo humano.
Fenrir respondeu, calmo dentro dele:
Eles são fortes.
— Fortes demais.
Eles não escolheram nascer.
— Mas ela escolheu tê-l