Maelric não atacou naquela noite.
E isso foi o que mais aterrorizou.
Depois de três dias de pressão contínua, de colunas de fumaça visíveis a quilômetros, de sirenes ecoando sem parar e de relatórios de mortos que já não cabiam mais em uma única planilha, o silêncio parecia uma presença física.
Pesada.
Artificial.
Como o momento exato antes de uma explosão.
Auren caminhava sozinho pela plataforma superior da fortaleza central — não uma muralha medieval, mas um complexo de concreto armado, anten