[Céline]
Ela deixou o quarto depois que o som da porta se fechando já tinha se dissipado pelo corredor.
Por alguns instantes, caminhou sem rumo exato, só seguindo o fluxo de passos e vozes abafadas. O castelo tinha aquela rotina estranha de lugar que nunca descansa: gente trocando turno, carregando caixas, limpando, patrulhando.
Em algum ponto, ela percebeu que ainda estava com o corpo reagindo ao que tinha acontecido ali dentro.
À noite.
De manhã.
À frase dele: “Ontem à noite não foi um