As luzes da cidade se estendiam pela noite como rios de neon, escorrendo pelas ruas de Tóquio. Lá no alto, escondido nos bastidores do teatro que se erguia como um gigante de metal e vidro, estava Haruki — sentado, violino em mãos, coração em guerra.
O relógio marcava pouco mais de duas horas para o grande concerto. Aquele que marcaria não apenas uma nova etapa em sua carreira… mas o primeiro encontro real com seus pais após a ferida finalmente começar a cicatrizar.
Ele sentia as mãos tremer