O som do violino ainda ecoava em algum canto da memória de Haruki. Mesmo depois do aplauso se dissolver no ar, o ritmo persistia, pulsando em suas veias, como se cada nota tivesse deixado uma marca invisível sob a pele. Ele caminhou lentamente pelos bastidores, o coração ainda acelerado. O brilho das luzes do palco parecia uma lembrança distante agora; o que restava era o silêncio — aquele tipo de silêncio que só vem depois de se dar tudo de si.
Saiu por uma porta lateral do teatro e encontrou