O chão continuava a ceder.
Não era rápido.
Era lento, cruel, deliberado — como se a própria terra estivesse decidida a me engolir pouco a pouco, saboreando cada segundo do meu desespero.
Minha perna afundava mais.
O buraco se alargava ao redor do tornozelo, depois da canela, depois do joelho. Eu sentia a pressão esmagadora apertar meus ossos, os músculos sendo puxados para baixo com força suficiente para rasgar tendões. A dor não era apenas intensa — era confusa, espalhada, impossível de locali