Acordou antes do amanhecer, como sempre fazia, mas já não era por disciplina ou rotina. Era porque o sono simplesmente a abandonava no meio da noite. Ficava deitada, olhos abertos no escuro, escutando o próprio coração bater como se fosse um lembrete cruel de que ainda estava viva.
Naquela manhã, levantou-se da cama sem fazer barulho. Takeshi roncava, Emi dormia no quarto ao lado. A casa parecia intacta por fora, mas por dentro estava esfarelando. Akiko desceu até a cozinha, acendeu a luz ama