O dia estava marcado.
O parque escolhido não era grandioso, apenas um espaço simples, com trilhas ladeadas de cerejeiras e um lago onde os patos descansavam. Para qualquer outra pessoa, poderia parecer um encontro casual, quase banal. Para mim, porém, significava atravessar o abismo que havia entre passado e presente, entre ferida e cicatriz.
Os dias que antecederam essa data se arrastaram como se o ponteiro do relógio estivesse preso em cada segundo. Pela manhã, ainda seguia minha rotina: a