Haruki despertou com um susto.
Um barulho forte ecoou do lado de fora, seguido por gritos, vozes misturadas, choros e passos apressados pelo corredor do prédio. Ele arregalou os olhos e levantou de imediato, o coração batendo tão rápido que sentiu a pulsação no pescoço.
Por um instante ficou parado no quarto, tentando entender se era um sonho.
Mas não era.
O som era real.
Vozes reais.
Desespero real.
A inquietude que o acompanhava desde antes da evacuação reacendeu com força total, como se soub