O dia começou com um silêncio tão confortável que quase parecia um abraço. Não havia gritos, não havia portas batendo, não havia a sensação de caminhar sobre cacos de vidro — apenas o som leve da chaleira apitando na cozinha e o sol entrando pela janela. Desde que a música passou a ganhar espaço na minha vida, os dias se tornaram diferentes. Carregam um brilho discreto, como se cada acorde tocado ao violão abrisse uma fresta de ar em um quarto que esteve fechado por anos.
Sakura chegou cedo,