O ambiente da casa Aiba era um campo de tensão sufocante. As lágrimas da mãe ainda estavam frescas no chão, o pai permanecia em silêncio, e a tia sentada ao lado apenas observava. O tempo parecia congelado dentro daquelas quatro paredes.
No quarto ao fundo, sua irmã — Kana — tentava, em vão, encontrar alívio. Sentada na beira da cama, mexia no celular de forma distraída. Seus dedos percorriam vídeos curtos, músicas, memes. Tudo parecia bobo, sem graça. Nada preenchia o buraco que agora pesava