Os dias de Haruki corriam numa cadência diferente desde que assinara o contrato com a companhia musical. Acordar no pequeno apartamento que agora chamava de lar era um ritual silencioso de gratidão. As paredes claras refletiam a luz suave do amanhecer, e a varanda, onde vasos com crisântemos e hortênsias começavam a florescer, trazia-lhe uma paz que nunca experimentara na casa de sua família.
Ainda era estranho para ele abrir os olhos e perceber que não havia gritos, críticas ou comparações.