A noite caiu silenciosa sobre a pequena cidade.
O vento leve carregava o cheiro distante das ameixeiras, e o som dos passos de Haruki se misturava ao canto discreto dos grilos.
A casa dos pais desaparecia atrás dele, engolida pela penumbra.
Mas o peso do reencontro permanecia — um nó preso entre o peito e a garganta.
Haruki
O trem já não fazia tanto barulho à noite, e, no vagão quase vazio, o reflexo do vidro devolvia o seu próprio rosto — cansado, mas de alguma forma... mais sereno.
Havia algo