A tarde havia nascido pesada.
Mesmo o vento parecia indeciso — soprava e morria antes de alcançar o jardim.
Dentro da pequena casa, o tempo estagnara entre a culpa e a esperança.
Emi caminhava de um lado para o outro na sala. O aroma do chá recém-preparado se misturava ao cheiro do incenso aceso pela mãe — um gesto automático, quase supersticioso.
O pai permanecia sentado, os cotovelos apoiados nos joelhos, as mãos entrelaçadas. Os olhos baixos.
— Ele virá — disse Emi, pela terceira vez. — Prom