Haruki permanecia imóvel, com os olhos fixos no chão do parque, como se o mundo inteiro estivesse suspenso sobre aquelas pedras irregulares. O burburinho ao redor era constante — vozes sobrepostas, passos apressados, crianças chorando, ordens militares ecoando em tons curtos e firmes — mas, dentro dele, tudo era um ruído distante, amortecido por uma pressão invisível no peito.
Ele respirava, mas sentia como se o ar não entrasse por completo.
O violino pesava-lhe no ombro.
As mochilas pareciam p