Chegamos ao meu prédio já era quase noite, o céu começava a ganhar tons alaranjados e o vento batia suave. O silêncio dentro do carro era confortável, e por mais que eu tentasse disfarçar, ainda sentia minhas bochechas quentes por tudo que tinha acontecido mais cedo.
— Chegamos, ele disse, estacionando o carro em frente à portaria.
Olhei para ele e sorri. Obrigada por me trazer, doutor.
— Quantas vezes vou precisar repetir pra você me chamar só de Rogério? ele falou rindo, inclinando um pouco