Parte 11...
Emir
Eu a vi desabar no banco do carro antes mesmo de conseguir dizer seu nome. Ayla estava fraca, pálida, o olhar perdido. Eu não podia mostrar hesitação. Hesitar agora significava perder tudo.
— Ayla - falei, firme — Olhe para mim.
Nada. Ela respirava rápido demais, o peito subindo e descendo como se estivesse tentando engolir o próprio medo.
Respirei fundo. O carro rangia nas curvas, a estrada deserta parecia mais longa do que deveria.
Eu precisava terminar isso, e ela precisava