Parte 14...
Emir
Quando cheguei no corredor do escritório, ouvi barulho de metal batendo. Tlec. Tlec. Tlec. Suspirei. Só podia ser ela. Abri a porta.
Ayla estava na varanda, algemada na grade, parecendo um gato molhado e enfezado.
Assim que me viu, ela levantou o queixo.
— Não fala nada. - ela disse primeiro, irritada. — Se vier com sermão, eu pulo daqui mesmo.
Eu encostei a mão na porta, segurando a vontade de rir pra que não visse.
— Parece confortável. - falei seco.
— Confortável? - bateu a