É impressionante como o silêncio pode fazer barulho.
Duas semanas.
Quatorze dias.
Trezentas e poucas horas.
E em todas elas, Noah simplesmente… não existiu.
Nenhuma mensagem.
Nenhum olhar atravessado nos corredores.
Nenhuma provocação.
Nada.
Ele desapareceu como se nunca tivesse entrado no meu apartamento naquela noite.
Como se nunca tivesse segurado meu rosto como se fosse feito de alguma coisa preciosa.
Como se nunca tivesse dito com os olhos — e não com a boca — que estava perdendo o control