Isabella
O silêncio que tomou a sala após a foto foi mortal. Rafael apertou o celular com tanta força que os nós de seus dedos ficaram brancos, a mandíbula travada em uma linha de puro ódio. Eu mal conseguia respirar. Joaquim, o motorista que sempre me cumprimentava e me fazia sentir melhor com suas palavras ou com um aceno respeitoso ao me levar para os compromissos com Sofia, estava ajoelhado, com o cano de uma pistola pressionado contra sua têmpora.
— Aquela desgraçada... — Rafael rosnou. O