Ainda no carro, Luna tentava controlar a enxurrada de lágrimas que insistia em cair. Jacob dirigia com uma mão no volante e a outra entrelaçada aos dedos dela, com um sorriso idiota no rosto, aquele que só aparece quando se vive algo tão bonito que chega a parecer um sonho.
— Você já está pensando na decoração do quarto? — ela disse, tentando conter o choro com humor.
— Estou pensando em como vou conseguir não chorar toda vez que falar o nome dele — respondeu Jacob. — Benjamim… amor, o nosso Be