O consultório era silencioso, acolhedor, com paredes em tons pastéis e o aroma suave de lavanda que deixava tudo mais calmo. Luna sentava-se ao lado de Mia, ambas com as mãos entrelaçadas e olhares cúmplices, como duas adolescentes prestes a ouvir um segredo do universo.
— Estou nervosa — disse Mia, rindo com a voz trêmula. — Toda vez que venho aqui, meu coração parece que vai sair pela boca.
— Como você acha que eu estou? — respondeu Luna, mordendo o lábio inferior. — Tô sentindo meu bebê todo