JADE
A sala da cobertura continuava no escuro, cortada só pela luz azul dos monitores no escritório interno. Jade estava com o celular na mão havia seis minutos, o polegar suspenso sobre a tela, tentando escrever uma mensagem pra Rayssa sem transformar aquilo num alarme dentro do apartamento.
Seis minutos.
Não porque a frase estivesse difícil.
Porque qualquer frase parecia errada.
Ela digitou um pedaço, apagou. Escreveu de novo. Apagou outra vez. O nome de Rayssa no topo da conversa parecia um