O vento cortante da manhã passou por mim, tocando minha pele com uma frieza familiar. A floresta à minha frente parecia viva, suas árvores altas e imponentes observando-me como se esperassem algo de mim. Era como se a própria terra aguardasse o meu próximo movimento. Eu ainda não sabia o que isso significava. O que o destino preparava para mim. Mas sabia que não havia mais como voltar atrás.
A magia que eu liberara na floresta não era algo que eu pudesse ignorar. Ela não era algo que eu pudess