O quarto subterrâneo cheirava a mofo e ferro. As máquinas que mantinham o corpo vivo agora estavam desligadas, e apenas o som da respiração pesada preenchia o ambiente.
Ele havia despertado.
O pai de Estela abriu os olhos, turvos pela inatividade, mas ainda carregando a mesma intensidade de outrora. A mão tremeu ao se apoiar na cama, e quando ergueu o olhar, a primeira coisa que encontrou foi a figura imóvel à sua frente.
O Cervo.
Ninguém nunca o via claramente. Seu rosto sempre escondido s