Ponto de vista: Pamela
O carro estacionou no subsolo da cobertura.
O silêncio do estacionamento era pesado, quase sufocante. As luzes brancas do teto tremeluziam, criando sombras estranhas entre os pilares de concreto. Marcos desligou o motor e saiu primeiro, como sempre — para verificar se o caminho estava livre.
— Tudo limpo, Sra. Pamela. Pode descer.
Peguei a bolsa. A pasta com os projetos. O celular. Desci do carro com as pernas ainda trêmulas do cansaço.
Foi quando eles surgiram.
Dois home