Liz
— Droga, Petter. — Eu estava frustrada, por causa dessa granada não estava conseguindo ouvir direito e vou perder toda a diversão. — Ai, que ódio. Pressione o pedaço de pano na minha testa, Petter pegou uma garrafinha de água e eu bebi, alguns minutos depois a minha audição começ a voltar.
— Menina, está me ouvindo?
— Agora, sim. — Ainda estamos atrás do muro.
— Que susto você nos deu. — Ele ri.
— Que isso, erva ruim! Ggeada não mata. — Nós dois rimos. — Eu vou atrás dos meninos.
— O menino