CELSO MIRANTES
Quando Rosália apareceu no terraço, o sol daquela manhã parecia ter sido encomendado apenas para iluminá-la.
O biquíni vermelho era um atentado à minha sanidade. Pequeno, vibrante contra a pele bronzeada dela, realçando curvas que eu tinha explorado com as mãos e a boca horas antes, mas que à luz do dia pareciam ainda mais hipnóticas.
Eu já estava na piscina, apoiado na borda infinita, usando óculos escuros para esconder a direção óbvia do meu olhar.
Ela caminhou até uma