ROSÁLIA DUARTE
Estiquei a mão pelo lençol, encontrando um corpo quente ao meu lado. Abri um olho, depois o outro. Só então me dei conta de quem era e onde estava. O relógio na mesa de cabeceira marcava 08:15.
Sentei-me, espreguiçando-me. Meu corpo protestou com uma dorzinha muscular deliciosa, lembrança das acrobacias da noite anterior.
Levantei-me nua. Olhei ao redor. Havia uma camisa social branca de Celso jogada sobre uma poltrona. Vesti-a. O tecido de algodão cobria até o meio das minha