ETHAN PETTERSON
Cristina não perdeu tempo. Com um brilho predatório nos olhos que eu desconhecia (ou talvez tivesse esquecido), ela engatinhou sobre o colchão, posicionando-se entre as minhas pernas abertas. A camisa social azul que ela usava, minha camisa, subiu o suficiente para me dar a visão do paraíso: suas coxas macias, a curva do quadril e a perfeição úmida entre elas.
Ela não tocou em mim com as mãos imediatamente. Em vez disso, ela se inclinou, o cabelo caindo como uma cortina escura