Depois de comer, Celina se levantou:
— Vou escovar os dentes.
— Tem escova reserva pra mim? — perguntou Gabriel.
— Tem, no armário do banheiro social.
Cada um foi para um lado. O som das torneiras, escovas e o leve bater de portas preenchiam o apartamento, devolvendo-lhe a normalidade.
Gabriel, já pronto, parou na porta do quarto de Celina.
— Posso entrar?
— Pode, sim — respondeu ela do banheiro.
Ela saiu pouco depois, enxugando as mãos na toalha.
— Acho que vou tentar dormir.
Gabriel se aproxi