O vapor ainda dança no ar quando os dois saem do banheiro, nus, com as toalhas penduradas de qualquer jeito nos corpos ainda molhados. Os olhos de Darlene brilham com provocação, e basta um sorriso torto dela para Eduardo perder o controle. Em segundos, ela está prensada contra a parede, arfando, com o corpo colado ao dele, sentindo cada centímetro de desejo que pulsa entre eles.
Ele já não raciocina, só sente. E o que sente é uma fome crua, primitiva, de corpo e alma. Darlene é a tentação viva