A chave gira na fechadura com um estalo e a porta da casa de Eduardo se abre lentamente, deixando entrar a luz suave do início da noite. Ele entra, carrega a mochila nos ombros, mas já deixa o peso cair no chão da sala junto com o cansaço que trouxe do dia de trabalho. Um silêncio confortável o acolhe, seguido pelo aroma de comida caseira que escapa da cozinha.
— Demorou, hein? — a voz de Mariana ecoa com bom humor, vindo da cozinha.
— Quase achei que ia ter que jantar sozinha.
Eduardo sorri a